Arquivo de novembro de 2009

Confira! Os resultados do encontro de Networking.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Dada a importância e a carência de eventos que abordem questões relacionadas à atuação dos estatísticos e demais profissionais do mercado que atuam com métodos analíticos.
A Estanislao realizou no dia 12/Nov o Encontro de Networking para Profissionais que Atuam com Métodos Analíticos. Confira abaixo a apresentação.


Este evento contou com o patrocínio do Itaú-Unibanco e o Apoio do Conre-3 (Conselho Regional de Estatística)


Participaram do encontro diversos profissionais: analistas, consultores, especialistas e gestores que atuam em bancos, hospitais, empresas de TI e de MKT.

Parabéns pelo evento de hoje, eventos desta forma que nos auxiliam cada vez mais nossa carreira”.  Wesley Rodrigues – Estatístico


Enquete: O que achou do evento?



Algumas imagens do evento:



Apresentação: Sugestões de boas práticas para se desenvolver Networking



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Agradecimentos:
Primeiramente a Deus em seguida aos participantes, aos entusiastas, aos palestrantes e a equipe de colaboradores da Estanislao.

“Business analytics” em pequenas empresas.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

NOELI PEREIRA
ESPECIAL PARA A FOLHA



A necessidade de se tornar mais competitivo e lucrativo nas épocas de crise faz com que o uso de BI (“business intelligence”) seja cada vez mais presente nas grandes corporações.
Em visita ao Brasil, onde participou de um fórum sobre lucratividade, o professor do Babson College Thomas Davenport apresentou uma pesquisa em que concluiu: as empresas que mais utilizam BI têm melhor desempenho.
Mas não estamos falando de BI no geral, usada para analisar dados e obter conhecimento organizacional. Mas sim de BA (“business analytics”), ou ciência analítica, que é parte integrante de BI, assim como integração e acesso aos dados. BA é o uso de métodos quantitativos, como modelagem estatística preditiva, aplicados a dados relativos a empresa, clientes e fornecedores.
Uma vez analisados e interpretados, os resultados são importante ferramental. Eles geram informações como até quanto pode se aumentar o preço de um produto sem perder “share”, quais são os clientes mais lucrativos ou ainda qual é a imagem que o produto e a empresa têm no mercado.


Início na prática
Pequenas e médias empresas podem (e devem) utilizar BA na gestão de seus negócios. A análise vai além da apresentação de gráficos e tabelas, pois se centra na utilização de métodos quantitativos para encontrar significados nos dados. Podemos afirmar que BA é a capacidade de transformar informação em conhecimento.
Mesmo não dispondo de recursos como databases, ferramentas Olap (“on-line analytical processing”) ou uma unidade de inteligência na empresa, é possível para qualquer organização começar essa prática. Inicialmente, o gestor do negócio tem de “comprar” a ideia de a empresa ser analítica -situação em que as decisões são baseadas em conhecimento, e não somente na intuição. Além disso, a cultura analítica tem que ser assimilada por toda a organização, e a empresa deve ter uma base de dados organizada, com informações confiáveis, atualizadas e relevantes. Finalmente, é necessária a figura do modelador dos dados.
Além de esse profissional ter profundo conhecimento em metodologias quantitativas e estatísticas, ele necessita entender do negócio, fazer recomendações e convencer gestores a tomarem decisões baseadas em suas recomendações. Empresas que utilizam BA são capazes de planejar, prever, resolver problemas, entender o mercado, inovar e aprender. Por exemplo: as seguradoras de automóvel, com informações como o ano e o modelo do veículo e a idade e o sexo do motorista, fazem a mais pura prática de BA: utilizam sofisticados modelos estatísticos para calcular o quanto o segurado deve pagar na sua apólice.


Usos
É óbvio que não é necessário o uso de BA para concluir que um rapaz de 18 anos tem maior probabilidade de bater seu carro que uma mulher na faixa de 50 anos. Mas qual é o valor que a seguradora deve cobrar? Com base em dados de outros segurados, geram-se informações para que a empresa dê um preço justo ao segurado e, ao mesmo tempo, tenha lucro.
Para que o uso de BA faça a diferença na gestão do negócio, é necessário que três fatores sejam observados. O primeiro é ter um propósito. Thomas Davenport utiliza como exemplo o Wal-Mart, cujo foco no uso de BA é a cadeia de fornecedores -assim como, para seguradoras, o foco é a precificação dos produtos.
O segundo é gerar insights para a corporação -não as informações óbvias (rapazes de 18 anos têm maior probabilidade de bater o carro do que uma mulheres de 50 anos), mas as que façam diferença. O terceiro é a capacidade de utilização dos insights para a otimização do negócio -as informações obtidas pelo uso de BA têm de ser compatíveis com a realidade da empresa.

NOELI PEREIRA, bacharel em estatística com MBA em marketing de serviços, é sócia-diretora da Analytics, consultoria especializada em BA para pequenas e médias empresas, e responsável pela Unidade de Inteligência Competitiva da Faculdade Zumbi dos Palmares. E-mail: noeli@business-analytics.com.br. Data da publicação: 26/04/09

Confira os Próximos Treinamentos da Estanislao

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

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Gartner: as 10 maiores tendências de TI para 2010.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A consultoria Gartner divulgou lista com as dez principais  tendências estratégicas de TI para a maioria das organizações em 2010. São tecnologias que impactam os planos, programas e iniciativas de longo prazo das companhias, por já estarem maduras.

Análises avançadas e  Computação Social  estão entre as tecnologias estratégicas para o próximo ano.


Análises avançadas - ferramentas e modelos analíticos devem ser adotados para maximizar os processos de negócio e a eficácia das decisões por meio da análise de resultados. Isto pode ser visto como um terceiro passo no suporte a decisões de negócios operacionais. Regras fixas e políticas pré-definidas renderam-se a decisões impulsionadas por informações corretas fornecidas no momento correto, seja por meio da gestão do relacionamento com clientes (CRM), do planejamento de recursos empresariais (ERP) ou de outras aplicações.

Computação Social (Social Computing) – Os trabalhadores não querem dois ambientes distintos para suportar seu trabalho – um para seus próprios produtos de trabalho (sejam pessoais ou em grupo) e outro para acessar informações “externas”. As organizações devem focar no uso de software social e de mídia social na organização e na participação e integração com comunidades externas patrocinadas pela empresa e públicas. Não ignore a função do perfil social de reunir as comunidades.


Fonte:   COMPUTERWORLD

Encontro de Networking.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Evento NetWorking

Caso você não tenha lido!! Não Perca !!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

No caso de você ter perdido algum assunto de seu interesse, aqui estão as publicações do mês de Outubro.


- Publicação da Super Interessante – Estatístico é a Profissão do Futuro!

- Definindo Business Analytics e seu impacto sobre as decisões organizacionais.

- A nova empreitada do ex-CEO da SPSS.

- Ações práticas para desenvolver o seu networking – Passe tempo com as pessoas

- Escolha. Mudança de Comportamento. Diversão!

- A Marca – Estanislao Training & Solution

- Visualização dos efeitos para modelos Multinomiais e Proportional-Odds Logit

- Curso gratuito sobre: Como falar bem em público.

- Planeje o seu próprio networking

- Networking? O que é isso? E o que tem haver comigo? E com a minha equipe?

- Carreira em alta para os profissionais que atuam com métodos analíticos.

- Fique por dentro dos pacotes do R que foram lançados em Setembro/2009

- Rio sediará as Olimpíadas em 2016. Vitória para o Brasil e boas expectativas para os estatísticos!

- Primeiros passos com Bootstrap

Construa mapas geográficos no R, sem complicação!!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009



A biblioteca de mapas para R é uma ferramenta muito interessante para criar mapas de países e regiões do mundo. Por exemplo, você pode criar um mapa do Brasil em apenas três linhas de código:


llibrary(maps)
map(database = “world”, regions=”Brazil”, col=”BLUE”, fill = TRUE)


mapa1

O sistema de coordenadas do gráfico é latitude e longitude, por isso é fácil sobrepor outros dados espaciais sobre este mapa.


Infelizmente, os dados para esta biblioteca de mapas não é suficiente para desenvolver algumas aplicações, pois os mapas desta biblioteca não apresentam uma boa resolução (apesar de que é possível obter dados com melhores resoluções através do pacote mapdata), além disso, as fronteiras políticas podem estar incompletas ou desatualizadas. Felizmente, agora existem outros recursos on-line onde é possível encontrar dados de mapas atualizados que podem ser utilizados no R.


Como por exemplo, o Database Administrative Areas (GADM). O GADM é um banco de dados espaciais, nele estão disponíveis informações com objetos nativos para o R, que podem ser plotados diretamente com a função spplot (do pacote sp).

Abaixo, seguem dois exemplos de mapas construídos a partir do GADM.

O primeiro é o mapa do Brasil e os limites dos estados:


library(sp)
con <- url(“http://gadm.org/data/rda/BRA_adm1.RData”)
print(load(con))
close(con)

language <- c(“brasil”)
gadm$language <- as.factor(language)
col = rainbow(length(levels(gadm$language)))
spplot(gadm, “language”, col.regions=col, main=”Brasil”)



mapa3

Outro exemplo é um mapa da origem dos principais idiomas falado na Suiça.



library(sp)
con <- url(“http://gadm.org/data/rda/CHE_adm1.RData”)
print(load(con))
close(con)

language <- c(“Alemanha”, “Alemanha”, “Alemanha”,”Alemanha”,
“Alemanha”,”Alemanha”,”França”, “França”,
“Alemanha”,”Alemanha”,”França”, “França”,
“Alemanha”, “França”,”Alemanha”,”Alemanha”,
“Alemanha”,”Alemanha”,”Alemanha”, “Alemanha”,
“Alemanha”,”Itália”,”Alemanha”,”França”,
“França”,”Alemanha”,”Alemanha”)


gadm$language <- as.factor(language)
col = rainbow(length(levels(gadm$language)))
spplot(gadm, “language”, col.regions=col, main=”Mapas de origem dos idiomas falado na Suiça”)


mapa2

Sem complicação !!