Arquivo da Categoria ‘Saúde’

Novartis vai fechar em breve unidade em Basileia.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012



A farmacêutica suíça Novartis vai seguir o caminho dos laboratórios britânicos GlaxoSmithKline e AstraZeneca . Neste ano a Novartis  fechará a unidade de neurociência em Basileia, onde fica a sede da empresa. Em 2010, as duas multinacionais inglesas encerraram atividades de pesquisa para novos tratamentos de doenças cerebrais.
Os centros fechados estudavam tratamentos para problemas como depressão, Alzheimer, Parkinson, psicoses e transtornos de humor, entre outros.


A estratégia de mudar a direção dos investimentos ocorre após essas farmacêuticas investirem pesado em uma área que envolve alto risco e requer anos de estudos e testes clínicos em animais e humanos para obter resultados e remédios com segurança e eficácia comprovadas.

Segundo o psiquiatra Mauro Aranha, do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), é natural que os laboratórios revejam suas linhas de financiamento.

 

Fonte: www.g1.globo.com

Medir a pressão nos dois braços pode evitar morte por doenças do coração

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Em sequência, procedimento denuncia possíveis alterações.





Verificar a pressão é um hábito comum, mas pesquisadores acreditam que a forma como essa medição é tradicionalmente feita – apenas em um dos braços – deve mudar. Publicada na revista científica The Lancet, a nova pesquisa sugere que uma grande diferença entre a leitura da pressão sistólica nos braços direito e esquerdo, em sequência, poderia indicar alto risco de morte por doenças vasculares.


Diferenças na aferição pressão podem elevar em 70% mortes por doenças cardiovasculares.


Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores da Peninsula College of Medicine and Dentistry, na Inglaterra, analisaram 28 estudos anteriores sobre a diferença da pressão sanguínea entre os braços.


Os cientistas verificaram evidências significativas de que uma diferença de 15mmHg (milímetros de mercúrio), ou mais, estaria associada ao maior risco de desenvolver doença cerebrovascular, que afeta o suprimento de sangue para o cérebro, levando a problemas cognitivos, como a demência. De acordo com o estudo, a diferença de 15 mmHg (milímetros de mercúrio) na aferição da pressão arterial sistólica entre os dois braços também eleva em 70% o risco de morte por problemas cardiovasculares.



Fonte: www.gnt.globo.com

Aumento de obesidade pressiona governos de países emergentes

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Dados inéditos da OMS confirmam que países engordam à medida que enriquecem; cúpula da ONU tratará de problema.



Governos de países emergentes estão sendo impelidos a adotar medidas para combater o avanço da obesidade, que atingiu níveis alarmantes em economias em rápido crescimento nas últimas três décadas.

Dados inéditos da Organização Mundial de Saúde (OMS) obtidos com exclusividade pela BBC Brasil confirmam que, assim como o rápido crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), o sobrepeso e a obesidade dispararam em países como China, Índia, África do Sul, Brasil e México.


Conhecidos no passado por dificuldade em alimentar suas populações, estes países hoje se debatem com problemas de natureza oposta – em um fenômeno que especialistas chamam de “dupla carga”.


“A forma com que calculamos o desenvolvimento econômico é simplesmente uma medida do quanto consumimos – então o quanto mais você consume, mais rico você é… e é claro que isso é ruim para ganho de peso”, disse à BBC Brasil SV Subramanian, professor de Saúde da População e Geografia da Universidade de Harvard.


No mês que vem, líderes mundiais se encontrarão na primeira cúpula de alto nível da ONU sobre doenças não-transmissíveis, que incluem obesidade, e serão exortados a adotar medidas de controle e regulamentação sobre a indústria alimentícia, assim como sistemas para identificar potenciais complicações de saúde em estágio inicial.


Fonte: www.g1.globo.com

F.D.A. Revokes Approval of Avastin for Use as Breast Cancer Drug

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011



The commissioner of the Food and Drug Administration on Friday revoked the approval of the drug Avastin as a treatment for breast cancer, ruling on an emotional issue that pitted the hopes of some desperate patients against the statistics of clinical trials.


The commissioner, Dr. Margaret A. Hamburg, said that clinical trials had shown that the drug was not helping breast cancer patients to live longer or to meaningfully control their tumors, but did expose them to potentially serious side effects like severe high blood pressure and hemorrhaging.


“Sometimes, despite the hopes of investigators, patients, industry and even the F.D.A. itself, the results of rigorous testing can be disappointing,” Dr. Hamburg told reporters Friday. “This is the case with Avastin when used for the treatment of metastatic breast cancer.”


Fonte: www.nytimes.com

 

Saiba como avaliar se duas ou mais variáveis da sua pesquisa estão correlacionadas.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011



Pessoas saudáveis morrem mais após enfarte, diz pesquisa

segunda-feira, 21 de novembro de 2011



Um em cada sete pacientes sem fatores de risco morreu ao enfartar.
A possibilidade de uma pessoa sobreviver a um enfarte é maior caso ela apresente fatores de risco para doenças cardíacas, como fumar, ter colesterol alto e diabete.


A hipótese, recebida com surpresa pelos médicos brasileiros por contrariar a literatura médica, é apontada por um estudo com mais de 500 mil norte-americanos que acaba de ser publicado pela respeitada revista científica Jama (Journal of the American Medical Association).


Pacientes saudáveis, que não tinham nenhuma das principais condições de risco para doenças do coração (hipertensão, níveis elevados de colesterol ou triglicérides, diabete, tabagismo e histórico familiar para doença cardíaca) apresentaram mais risco de não resistir a um ataque cardíaco do que pessoas com algum desses cinco fatores.

Um em cada sete pacientes saudáveis morreu ao enfartar. Já entre os pacientes com sinais de risco, um entre 28 não resistiu, explica John Canto, líder do estudo e professor associado de Medicina Clínica da Divisão de Doenças Cardiovasculares e da Divisão de Medicina Preventiva na Universidade do Alabama, em Birmingham.

- Houve uma associação inversa entre o número de fatores de risco para o coração e a mortalidade hospitalar.

Segundo ele, o fato de as pessoas com condições de risco usarem remédios para controlar essas enfermidades, como as estatinas, ajuda a explicar os resultados.
Fonte: www.r7.com

Um sistema imunológico treinado para matar câncer

segunda-feira, 24 de outubro de 2011






FILADÉLFIA – Um ano atrás, quando a quimioterapia parou de trabalhar contra a leucemia, William Ludwig se inscreveu para ser o primeiro paciente tratado em uma arrojada experiência da Universidade da Pensilvânia. O Sr. Ludwig, depois de 65 anos, um oficial aposentado de correções Bridgeton, NJ, sentia que sua vida se esvaindo e pensei que não tinha nada a perder.


Os médicos removeram um bilhão de sua células T  (um tipo de glóbulo branco que combate a vírus e tumores) e deu-lhes novos genes que programa as células para atacar o câncer . Em seguida, as células alteradas foram pingava de volta nas veias o Sr. Ludwig.


No início, nada aconteceu. Mas depois de 10 dias, o inferno começou em seu quarto de hospital. Ele começou a tremer com calafrios. Sua temperatura subiu. Sua pressão arterial abatido. Ele tornou-se tão mal que os médicos o levou para a UTI e alertou que ele poderia morrer. Sua família se reuniram no hospital, temendo o pior.

Algumas semanas mais tarde, as febres tinham ido embora. E assim foi a leucemia.


Não havia nenhum vestígio de que em qualquer lugar – sem células leucêmicas no sangue ou medula óssea, sem linfonodos mais abaulamento em sua tomografia . Os médicos calcularam que o tratamento já matou dois quilos de células cancerosas.


Fonte: www.nytimes.com

Músicos têm menos problemas de audição ligados à velhice, diz estudo

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Treinamento da audição torna o cérebro menos vulnerável à ação do tempo.
Pesquisa foi divulgada na revista científica ‘Psychology and Aging’.






Músicos apresentam menos problemas de audição causados pela velhice quando comparados a outras pessoas, segundo um estudo divulgado no dia 13/09/2011 na versão online da revista científica “Psychology and Aging” (Psicologia e Envelhecimento, em inglês). A pesquisa foi feita pelo instituto de pesquisa Baycrest’s Rotman, em Toronto, no Canadá.


O trabalho foi feito com 74 músicos e 89 pessoas comuns, com idades variando entre 18 e 91 anos. A definição de músico usada pelos cientistas foi a de alguém sob treinamento diário desde os 16 anos de idade e que teve pelo menos seis anos de aulas de música. Os leigos que participaram no estudo não tocavam nenhum instrumento.


Os participantes de ambos os grupos passaram por testes para detectar quando sons surgiam do nada ou momentos de silêncios eram interrompidos por algum ruído contínuo. Ambos os grupos usaram fones de ouvido e mantidos em salas com isolamento acústico.


Fonte: www.g1.globo.com

Por que você deveria se preocupar com pesquisas reprodutíveis

segunda-feira, 10 de outubro de 2011



As falhas nas pesquisas reprodutíveis podem gerar sérias consequências. Erros na análise de dados por pesquisadores da Universidade Duke, conduziu a pacientes em ensaios clínicos sendo atribuído o remédio errado.





Dr Potti e seus colegas tinham mislabelled as linhagens celulares que usavam para derivar seu modelo de previsão de quimioterapia, descrevendo aqueles que eram sensíveis como resistentes, e vice-versa . Isto significava que, mesmo se o método de previsão a equipe da Duke estavam descrevendo deu certo, que o Dr. Baggerly e Dr Coombes agora tinham sérias dúvidas, os pacientes cujos médicos contavam com este papel acabaria por ser dada uma droga que eles eram menos propensos a beneficiar, em vez de mais provável.


Um aspecto surpreendente desta saga é que a história só veio à atenção de destaque após revelações de que o Dr. Potti falsamente alegou ser um Rhodes Scholar em seu currículo, apesar das tentativas repetidas por Baggerly (que apresentou problemas na conferência de R BioConductor mais de 2 anos atrás) para aumentar a conscientização desse grave problema.


Fonte: wwwblog.revolutionanalytics.com

Especialistas dizem que cigarros com menta são mais perigosos

segunda-feira, 3 de outubro de 2011



No Brasil, Anvisa quer proibir esse tipo de produto



Cigarros


Cigarros mentolados aumentam a dependência de tabaco e provocam maior risco à saúde que os tradicionais, segundo um grupo de pneumologistas espanhóis especialistas em tabagismo, que pediram a proibição do mentol como aditivo nesses produtos.


O mentol favorece o hábito de fumar, cria maior dependência e dificulta o abandono do tabaco, explicou em nota oficial um dos três autores do estudo, o médico Segismundo Solano, do Serviço de Pneumologia do Hospital Gregorio Marañón de Madri.


Segundo Solano, o mentol proporciona a sensação de uma inalação mais fresca e profunda e atua como um analgésico local, suavizando, nas vias respiratórias, o efeito de fumar e estimulando o tabagismo, já que “facilita” o ato de fumar às pessoas.


Em artigo da Revista Prevenção do Tabagismo da Sociedade Espanhola de Pneumologia e Cirurgia Torácica (Separ), o grupo de pneumologistas afirma também que a dependência de tabaco é maior entre os fumantes de cigarros de menta que entre os tradicionais, já que os primeiros precisam fumar o primeiro cigarro da manhã muito mais cedo.


Fonte: www.noticias.r7.com